Passei os últimos anos tentando entender por que algumas ideias simplesmente conectam com as pessoas — e quase sempre a resposta estava menos na publicidade em si e mais na cultura ao redor dela.

Depois de sete anos estudando a indústria e vivendo os últimos sete em Londres, desenvolvi um olhar muito guiado por observação: comportamento humano, tensões culturais, internet, estética, linguagem e todas aquelas pequenas mudanças que acabam moldando a forma como consumimos, sentimos e nos identificamos.

Hoje, trabalho entre estratégia, pesquisa cultural e criatividade, sempre interessada no que existe nas entrelinhas. Meu background em redação acabou influenciando bastante a maneira como penso: acredito que boas ideias precisam ser inteligentes, mas também humanas, sensíveis e conscientes do espaço que ocupam na cultura.

No fim, gosto de enxergar marcas menos como anunciantes e mais como participantes da conversa.